sexta-feira, 26 de setembro de 2014

MISTÉRIO E AVENTURA NO FIM DE SEMANA

As aulas começaram há pouco tempo, estás entusiasmado com as novas aprendizagens, com os novos amigos e professores, mas … o fim de semana sabe sempre bem.
 
Sim, são apenas dois dias, mas bem esticadinhos dão para fazer muita coisa.
Dormir mais um pouco, ver televisão depois de fazer os trabalhos de casa e, claro, pôr a leitura em dia.
 
Antes de apresentarmos a nossa sugestão de leitura, imagina-te sentado na escuridão à espera do início de um filme. No ecrã, o sol nascerá em breve e vais dar por ti a aproximares-te de uma estação de comboios, em plena cidade. Atravessa rapidamente as portas até chegares a uma entrada cheia de gente. Vais dar pela presença de um rapaz no meio da multidão. Ele começará a caminhar ao longo da estação. Segue-o, pois trata-se do herói do nosso livro. Tem o seu imaginário cheio de segredos e aguarda o início da história, que te vai levar até ao ano de 1931, sob os telhados de Paris.
A invenção de Hugo Cabret
Texto e ilustrações de Brian Selznick
Edições Gailivro
 
 
Órfão, guardião dos relógios e ladrão. Hugo Cabret vive entre as paredes de uma movimentada estação de comboios parisiense, onde a sua sobrevivência depende de segredos e do anonimato. Eis que, de súbito, o seu mundo se encaixa – tal como as rodas dentadas dos relógios que ele vigia – com o de uma excêntrica rapariga, amante de livros, e o de um velho amargo, dono de uma pequena loja de brinquedos, e a vida secreta de Hugo, bem como o seu segredo mais precioso são colocados em risco. Um desenho misterioso, um bloco que vale ouro, uma chave roubada e uma mensagem escondida do falecido pai formam a espinha dorsal deste confuso, terno e arrebatador mistério.
 

“Há uns anos li um livro intitulado Edison´s Eve: A magical history of the quest for mechanical life de Gaby Wood. Narrava a história verídica de uma coleção de complexas figuras mecânicas de corda (conhecidas por autómatos) que tinham sido doadas a um museu de Paris. A coleção foi esquecida num sótão húmido e, a dada altura, teve de ser deitada fora. Ao imaginar um rapaz a encontrar essas máquinas partidas e enferrujadas, Hugo e a sua história ganharam vida”.
                                                                                                                                  Brian Selznick


O livro foi adaptado ao cinema pelo realizador Martin Scorsese. Ora vê um excerto do filme.

 


Queres viver uma grande aventura este fim de semana?

Para isso precisas da companhia do Hugo.

Vem à Biblioteca, requisita o livro e … boa viagem até Paris!


Ilustração Patrícia Fitti
 

 

 

 

 

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