sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Mais um fim de semana à porta

Queremos chamar-te a atenção para um assunto muito sério, que são as catástrofes e tragédias que surgem repentinamente, nomeadamente incêndios, secas, inundações, sismos, etc. 


 Propomos-te então, como sugestão de leitura o livro

“Grandes catástrofes” 
de Tim Healey, 
editado por Publicações Europa-América.


Este livro recorda que “as catástrofes são terríveis acontecimentos que surgem inesperadamente e lembram ao homem a sua pequenez e impotência perante as forças que o ultrapassam. Uma catástrofe pode advir de forças da natureza – é o caso do dilúvio, dos vulcões e terramotos – ou da destruição das grandes civilizações do homem – os desastres de aviação, os naufrágios, a queda de uma ponte.
Justificadamente temidas, as catástrofes proporcionam, no entanto, a revelação do heroísmo ou da cobardia existentes no ser humano e quase sempre só reveladas em momentos cruciais”.

     


Amanhã dia 13 de outubro é o 
Dia Internacional para a Redução de Catástrofes.
Em 1989 a Assembleia Geral das Nações Unidas, deliberou comemorar este dia com o propósito de chamar a atenção de todos os Estados para a necessidade da adoção de políticas que previnam a redução de danos, humanos e materiais, diretamente causados pela ocorrência de fenómenos de origem natural.


Podes também ver e ler este livro digital interativo, “Nós e os riscos” da autoria da Autoridade Nacional de Proteção Civil/Comando Distrital de Operações de Socorro da Guarda, que te aconselha sobre a melhor forma de agir perante situações de emergência.




Desejamos-te um calmo e divertido fim de semana e para isso podes vir no sábado à sala infantil/juvenil, pois a Biblioteca já se encontra a funcionar com o horário de inverno. 


Ilustração de Mara Cerri


quarta-feira, 10 de outubro de 2012

"Manuela Bacelar é a primeira grande referência da ilustração para a infância em Portugal do período pós 25 de Abril de 1974” Gil Maia

Olá, hoje queremos apresentar-te a ilustradora e autora MANUELA BACELAR


Nasceu em Coimbra, em 1943. Realizou os seus estudos secundários no Porto, na Escola de Artes Decorativas Soares dos Reis. Continuou os seus estudos artísticos, em Praga (República Checa), na Escola Superior de Artes Aplicadas, onde foi bolseira de 1963 a 1970, concluindo o Curso de Ilustração. Vive no Porto desde 1971.

Dedicando-se à ilustração desde 1988, já ilustrou mais de meia centena de livros com textos da sua autoria e não só, possuindo vários prémios e nomeações.

Considerada uma das mais importantes ilustradoras contemporâneas, conta já com inúmeras exposições individuais e coletivas, participando regularmente em Bienais de Ilustração – Barcelona, Bratislava e Belgrado –, assim como em Exposições Internacionais de Ilustração, tendo sido selecionada para o livro Modernos Ilustradores Europeus.

Dedicando-se essencialmente à literatura para crianças, Manuela Bacelar veio a afirmar-se, ainda, enquanto pioneira na criação de álbuns infantis em Portugal, sendo autora e ilustradora da maioria das suas obras.



  • Manuela Bacelar conheceu um grande prestígio no panorama literário português para a infância, com as suas ilustrações, em Silka de Ilse Losa (1989), pelas quais foi premiada, em 1989, com a Maçã de Ouro da Bienal Internacional de Bratislava (Eslováquia), e em 1990, com o Prémio Gulbenkian de Ilustração.
  • Com o livro O Meu Avô (1990) é nomeada para o Prémio Octogones em França, em 1992, e faz parte da Lista de Honra do Prémio Paolo Vergero da Universidade de Pádua, em Itália, em 1993.
  • Em 1994, obteve o Prémio Octogones para um dos melhores livros estrangeiros publicados em França, Mon Grand Père, com texto e ilustrações da sua autoria.
  • No mesmo ano, e repetidamente em 1996, foi selecionada pela Biblioteca Internacional de Munique (Alemanha) para a exposição Waith Ravens.
  • Em 1996, é lhe atribuído, ainda, o Prémio de Ilustração do Ministério da Cultura/IBBY pelas ilustrações de A Sereiazinha de Hans Christian Andersen e, no ano de 2000, recebe o Prémio António Botto de Literatura Infantil, pela sua produção artística em A Borboleta Leta de Maria de Lurdes Soares.

Ainda que a sua obra contemple, mais frequentemente, livros para o público infantil, Manuela Bacelar também tem publicado outros géneros particularmente dirigidos aos adultos. Embora a sua preocupação artística esteja muito além da pedagógica, integrou, igualmente, equipas de autores de projetos e manuais escolares.
Escritora e ilustradora de merecida distinção, Manuela Bacelar assinou já mais de cinquenta obras publicadas não apenas em Portugal, mas também na Dinamarca, França, Japão, Marrocos e Líbano.

Para encontrares Manuela Bacelar só tens que te dirigir à sala infantil/juvenil da 
Biblioteca Municipal



segunda-feira, 8 de outubro de 2012

O primeiro carro popular da história


Sabes qual foi?
Um Ford modelo T, lançado em outubro de 1908, pelo americano Henry Ford.


Popularizou o automóvel e revolucionou a indústria automobilística. Vigésimo projeto da marca, a partir de 1903, foi produzido por 19 anos entre os anos de 1908 e 1927.
Com um motor de 2.900 cm3 de cilindrada e 17 cv. de potência,  velocidade máxima de 50 km/h, era um veículo confiável, robusto, seguro, resistente, simples de dirigir e principalmente barato, qualquer um era capaz de o conduzir ou consertar, sem precisar de motorista ou mecânico.
O tanque de combustível ficava sob o assento do passageiro da frente. Era preciso retirar o assento para abastecer.

A fabricação desse modelo ganhou notável incremento a partir de 1913, quando Henry Ford, inspirado nos processos produtivos dos revólveres Colt e das máquinas de costura Singer, implanta a linha de montagem e a produção em série. Pode afirmar-se com segurança que a indústria automobilística começou a partir deste momento, pois, até então, fabricado artesanalmente, o automóvel ainda era visto com desconfiança pelos americanos. Não passava de um brinquedo barulhento, perigoso e caro.

Com estas inovações, em vez de um operário ficar responsável pela produção de todas as etapas de um carro, várias pessoas ficavam responsáveis pela produção de etapas distintas de vários carros. Henry Ford criou um engenhoso sistema de esteira, que movimentava o carro em produção em frente aos operários, para que cada um executasse a sua etapa. Isto aumentou em muito a produtividade, pois um carro ficava pronto a cada minuto.
Em consequência, o custo de cada unidade caiu em relação aos concorrentes existentes no mercado. E a queda de preço foi constante: em 1908, ano do seu lançamento, a unidade custava 850 dólares, em 1927 último ano da sua fabricação, o preço era de 290 dólares.


Modelo TT
Por estas razões, o T conquistou o público americano e de outros países. Em 1914 é iniciada a sua fabricação na Argentina. Em 1917, é lançado o camião Modelo TT.

Em 1920, mais da metade dos veículos que circulavam ao redor do mundo eram modelos T e podiam ser vistos até em países distantes como Turquia e Etiópia.

Durante a Primeira Guerra Mundial, o Modelo T foi empregado amplamente, até mesmo como ambulância, e correspondeu nas condições mais adversas.

A produção do Modelo T foi mantida até 1927. Alguns meses depois de realizar uma cerimónia para apresentação do carro nº15 milhões, Henry Ford concluiu que era hora do Modelo T ceder o lugar a uma nova geração de produtos. O recorde de quase vinte anos de produção e mais de quinze milhões de unidades produzidas, só foi superado em 1972 pelo Volkswagen Fusca ou Carocha.
Como parte das comemorações do seu centenário, em 2003, a Ford restaurou seis unidades do Modelo T. A versão de 2003, denominada Modelo T-100, foi fabricada totalmente à mão, sendo idêntica à original de 1914.


Não te esqueças,
 de carro ou a pé vem até à Biblioteca Municipal onde encontras na sala infantil/juvenil, 
camiões de livros com este assunto.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Fim de semana prolongado... Mais tempo para ler!


Como sabes Portugal foi, desde a sua fundação, governado por reis, ou seja, era uma monarquia. Mas em finais do século XIX as pessoas estavam descontentes com este sistema de governar o país e então no dia 5 de outubro de 1910, dá-se um acontecimento que mudou a nossa história, pondo fim à monarquia e implantando a República.


Esta data marcou o início de muitas mudanças no nosso país. Foi-lhe reconhecida grande importância, daí que o dia 5 de outubro passou mesmo a ser feriado nacional. Situação que deverá alterar-se a partir do próximo ano, deixando de ser feriado. 

Das várias alterações introduzidas com a implantação da República há a salientar a introdução de dois símbolos nacionais que se mantêm até hoje: a bandeira e o hino A Portuguesa.




Para conheceres melhor esta fase da nossa História, deixamos-te como sugestão para leres neste fim de semana este livro: 




A MINHA PRIMEIRA REPÚBLICA
de José Jorge Letria
ilustrado por Afonso Cruz
editado pelas Publicações D. Quixote.

Recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para apoio a projetos relacionados com História de Portugal nos 3º, 4º, 5º e 6º anos de escolaridade.

Com este livro « irás revisitar esse tempo e essa memória, reencontrarás um país que viveu um tempo único e intenso de transformação e mudança, conhecerás um pouco mais de perto as pessoas que tinham um sonho e um ideal para cumprir.»

“Manuel Francisco era um miúdo lisboeta igual a muitos outros da sua idade. Era moreno e franzino e tinha um olhar brilhante e inquiridor. Ao alvorecer da manhã do dia 4 de Outubro de 1910, com a sua sacola de cadernos e livros a tiracolo, apercebeu-se de que havia uma invulgar agitação nas ruas habitualmente calmas e com pouco movimento. As pessoas encaminhavam-se para os empregos com o passo acelerado e trocando olhares tensos e inquietos. Ouviram-se tiros e alguns dos transeuntes entraram apressadamente em estabelecimentos comerciais em busca de abrigo, porque, como disse uma voz de senhora em momento de esganiçada exaltação: «Parece mesmo que anda o diabo à solta»”

O Manuel Francisco está à tua espera na sala infantil/juvenil da Biblioteca Municipal, para te contar o resto da história.

Bom feriado, bom fim de semana, boas leituras.


Ilustração de Valentí Gubianas


terça-feira, 2 de outubro de 2012

Música


Considerada a arte mais antiga e a mais primitiva de todas, a história da música remonta aos tempos da pré-história.


Ainda antes do Homem começar a fazer instrumentos, é provável que fizesse música através duma mistura de gritos, de bater com os pés, de bater palmas e de bater com objetos.

Em 1975, o International Music Council, instituição fundada pela UNESCO e que agrega vários organismos e individualidades do mundo da música, decidiu instituir o Dia Internacional da Música a 1 de outubro, com os objetivos de promover a arte musical em todos os setores da sociedade e aplicar os ideais da UNESCO, como a paz e amizade entre as pessoas, a evolução das culturas e troca de experiências.

Já deves ter ouvido falar dos grandes compositores clássicos e provavelmente ouvido alguma das suas músicas, tais como:

Ludwig van Beethoven nasceu em 16 dezembro de 1770 e faleceu em 26 março 1827. Compositor alemão, do período de transição entre o Classicismo (século XVIII) e o Romantismo (século XIX). É considerado um dos pilares da música ocidental.
Compôs as suas primeiras peças aos onze anos de idade, iniciando a sua carreira de compositor. Os seus progressos foram de tal forma notáveis que, em 1784 com catorze anos, já era organista assistente da Capela Eleitoral.




Fryderyk Franciszek Chopin, nasceu em 1810 na Polónia e faleceu em França em 18 de outubro de 1849, compositor para piano da era romântica. Com oito anos deu o seu primeiro concerto em público. Em 1825 com quinze anos, improvisa diante do imperador Alexandre e nesse mesmo ano publica uma das suas primeiras composições.





Wolfgang Amadeus Mozart nasceu em 27 de janeiro de 1756 e faleceu em 5 de dezembro de 1791, influente compositor austríaco do período clássico.


Mozart mostrou uma habilidade musical prodigiosa desde a sua infância. Já competente nos instrumentos de teclado e no violino, começou a compor aos cinco anos de idade, e passou a apresentar-se para a realeza europeia, maravilhando todos com o seu talento precoce.



Deixamos-te um pequeno filme animado, sobre a história da música, da autoria de Silvia Lima.


Não te esqueças, vem até à sala infantil/juvenil da Biblioteca onde encontras livros 
que te dão música.


Ilustração de André Letria


segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Consulta a nossa NEWSLETTER do mês de outubro 
e fica a conhecer as atividades que preparámos para ti na tua BIBLIOTECA MUNICIPAL


segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Dia Internacional da Imprensa

Mais um começo de semana, mais um dia em que se comemora alguma coisa. Talvez o teu aniversário. Se for o caso, Parabéns!

Mas hoje, dia 24 de setembro, queremos lembrar-te que se comemora o Dia Internacional da Imprensa
  

A imprensa é um conjunto de meios de comunicação, que chega até nós e traz o mundo até nossas casas – jornais, revistas, rádio, televisão.
Um mundo sem imprensa seria um mundo sem conhecimento, por isso é importante recordar estes dias, porque estas descobertas modificaram as nossas vidas.



O termo imprensa deriva da prensa móvel, processo gráfico aperfeiçoado por Johann Guttenberg, em 1440, que utilizava os tipos móveis: peças separadas, de madeira ou metal, por cada caracter, que eram reunidos numa tábua para formar palavras e frases do texto.



As primeiras reproduções da escrita foram obtidas sob um suporte, de cera ou de argila, encontrados nas mais antigas cidades da Suméria e da Mesopotâmia do século XVII a. C.

A primeira publicação regular de que se tem notícia foi a Acta Diurna, que o imperador Augusto mandava colocar no Fórum Romano no século I de nossa era. Esta publicação, gravada em tábuas de pedra, foi fundada em 59 a.C.

O primeiro jornal em papel, Notícias Diversas, foi publicado como um panfleto manuscrito a partir de 713 d. C., em Kaiyuan, em Pequim, na China
A primeira publicação impressa periódica regular (semanal), o Nieuwe Tijdinghen, aparece em 1602, na Antuérpia (Bélgica). Em 1615, surge o Frankfurter Journal, primeiro periódico jornalístico, também semanal e em alemão.
Em 1621, surgiu em Londres o primeiro jornal particular de língua inglesa, The Corante. No mesmo ano, Nathaniel Butler fundou também em Londres a primeira publicação semanária: o Weekly News, que, a partir de 1638, seria o primeiro jornal a publicar noticiário internacional. O jornal mais antigo do mundo ainda em circulação foi o sueco Post-och Inrikes Tidningar, que teve início em 1645.


O primeiro jornal em português foi fundado em 1641, em Portugal: era A Gazeta da Restauração, de Lisboa.



Sabes que existe O Museu Virtual da Imprensa 
um projeto da AMI - Associação Museu da Imprensa, Porto?

Espreita AQUI

Não te esqueças de passar também por aqui, 1º andar da Biblioteca Municipal, sala infantil/juvenil, onde podes consultar a biografia de Johann Guttenberg e aprender mais acerca da imprensa.

Ilustração de Rob Gonsalves


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