segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Natal… tradição, alegria, esperança, paz, partilha

Enfeitar a Árvore de Natal, é isso mesmo, um momento de partilha e convívio.

Se há um símbolo por excelência da festa do Natal, é com certeza a Árvore de Natal.

Colocada em lugares públicos e nas nossas casas, carregada de luzes, de estrelas e de bolas coloridas, mas também de guloseimas. É ao redor dela que se colocam os presentes, é em torno dela que as crianças se divertem, é diante dela que se põe a mesa para a ceia de Natal.
A árvore de Natal simboliza tudo o que não morre, as suas folhas nunca caem.



Mas de onde surgiu esta tradição?


Ilustração de Juri Romanov


Há uma lenda que diz que junto ao presépio havia três árvores, uma oliveira que ofereceu ao menino Jesus azeitonas, uma tamareira que ofereceu as suas tâmaras e um pinheiro que não tinha nada para oferecer, então lá do alto as estrelas desceram do céu e pousaram sobre os seus galhos, oferecendo-se elas mesmo como presente ao menino.





Os povos antigos tinham por hábito enfeitar árvores em datas comemorativas como as Saturninas, festas pagãs em honra de Saturno, deus da agricultura e das colheitas. Para eles o pinheiro representava a vida e a esperança, talvez por ser uma árvore resistente que mantinha o verde e a beleza mesmo no Inverno.
Na época moderna a primeira menção à árvore de Natal é datada de 1521 na Alsácia, que autoriza os guardas florestais a deixarem cortar pequenos abetos para a festa de Natal.


Em Portugal, como noutros países católicos, a tradição da árvore de Natal é recente, uma vez que tem origem pagã este costume predominava nos países nórdicos e no mundo anglo-saxónico.

No entanto, hoje em dia, os portugueses já se renderam à árvore de Natal e todos os anos ela tem lugar nos lares portugueses.

Também a nossa sala infantil/juvenil está mais bonita e colorida com a árvore de natal.
Passa por cá para a veres.

Ilustração de Mary Hall

 Boa semana
Boas Festas

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Quais serão as mais belas coisas do mundo?

Neste fim de semana  deixamos-te como sugestão de leitura aquilo que para o escritor Valter Hugo Mãe, são as mais belas coisas do mundo. Um livro de afetos ao longo do qual um menino vai compartilhando as suas memórias.
A leitura deste livro à lareira, acompanhado de um chocolate quente, vai saber-te mesmo bem!

As mais belas coisas do mundo
de Valter Hugo Mãe
ilustração de Paulo Sérgio BEju
Editora Objectiva



"Esta é a história de um menino que, desafiado pelo avô, procura conhecer os mistérios da vida.
Avô e neto vivem num jogo sem fim de perguntas e respostas, enigmas e soluções, procurando, adivinhando e aprendendo sempre. Certo dia, o menino fica sem resposta quando o avô lhe pergunta:
Quais são para ti as coisas mais belas do mundo?
São as coisas de verdade, como tanto quanto se vê e toca?
Ou as coisas invisíveis, aquelas que pensamos, sentimos e sonhamos?"




          Paulo Sérgio BEju

Nasceu no Monte (Funchal), em 1971. É professor de EVT e licenciou-se em Artes Plásticas-Escultura. Concluiu uma pós-graduação em Direção Artística e tem desenvolvido projetos de expressão dramática - teatro, cenografia, performance, artes plásticas e curadoria.
Desde setembro de 2002 tem participado em exposições individuais e coletivas, como artista plástico.



Já foi galardoado com o prémio do concurso de poesia integrado nas Comemorações do Dia da Cidade de Abrantes, em junho de 1996, e com o Prémio Henrique e Francisco Franco (Calheta, dezembro de 2005).
A sua primeira publicação data de setembro de 2010, com as ilustrações do livro As mais belas coisas do mundo, de Valter Hugo Mãe.


Mesmo que chova e faça vento, não deixes de vir à sala infantil/juvenil da Biblioteca Municipal requisitar o livro,
porque como lá escreve Valter Hugo Mãe;

"Ainda que o vento e a chuva nos assustem, são também das coisas mais belas do mundo, porque movimentam tudo e tudo transformam. Víamos juntos pelas janelas os temporais. O meu avô dizia que a natureza se lava com a chuva e esfrega com o vento."

 
Ilustração de Peter Reynolds

 Bom fim de semana

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Walt Disney

Criador dos famosos desenhados animados Disney, como o Rato Mickey, tio Patinhas, Branca de Neve e tantos outros que pertencem a um mundo de fantasia e ternura e que fazem parte do imaginário de todas as crianças.


Walter Elias Disney nasceu em Chicado (EUA) a 5 de dezembro de 1901 e faleceu em 15 de dezembro de 1966. Tornou-se conhecido nas décadas de 1920 e 1930, pelos seus personagens de desenho animado Mickey e Pato Donald. Foi também o criador do parque temático sediado nos Estados Unidos, Disneylândia, além de ser o fundador da corporação de entretenimento, conhecida como Walt Disney Company.



Com o irmão Roy e um amigo criou a pequena produtora "Laugh-O-Gram", que animava contos de fadas. Esses desenhos animados eram exibidos no cinema local antes dos filmes. Em 1923, mudaram-se para Hollywood, em Los Angeles. Aí uma distribuidora de filmes paga 1500 dólares por cada filme da sua produtora.

Depois de angariar dinheiro, adquirir material, contratar pessoal, Walt começa a fazer planos: surge então, Alice, uma jovem que convivia com personagens de cenário animado, depois de Alice, veio Oswald, o coelho sortudo e mais tarde começa a criar uma personagem desenhada a partir de uma série de círculos e que se tornaria o maior sucesso dos estúdios Disney: Mickey Mouse.


Em 1928, Disney apresenta duas curtas-metragens. A primeira foi Plane Crazy, no qual Mickey contracena com a sua namorada Minnie, mas sendo um filme mudo não teve grande sucesso. Meses mais tarde Steamboat Willie já com som e música, torna o rato Mickey famoso no mundo inteiro.


Surgiram, em seguida, mais personagens para contracenar com Mickey: Pato Donald, Pateta e Pluto.
De 1929 a 1939, Disney produziu uma série chamada Silly Symphonies (Sinfonias Tolas), a primeira a cores. Mickey brilhava nesses filmes ao lado das novas personagens.
Antes do começo da 2ª Guerra Mundial, Disney estreia as longas-metragens Branca de Neve e os sete anões, Pinóquio, Fantasia e Bambi.

Com a entrada dos Estados Unidos na guerra, Disney foi convidado pelas Forças Armadas para produzir desenhos animados de treino para os soldados. Em seguida, começou a fazer filmes de propaganda militar, nos quais utilizava principalmente os seus personagens mais conhecidos.
Depois da guerra terminar faz o filme Cinderela. O filme foi um grande sucesso e gerou muita riqueza para que a empresa continuasse.



Mas Walt Disney não trabalhou apenas com desenhos animados. O seu primeiro filme com atores foi A ilha do tesouro (1950). Em 1954, fez 20 000 Léguas submarinas, baseado na obra do escritor francês Júlio Verne.
Dez anos depois, produziu o filme Mary Poppins, uma mistura de desenho animado com personagens humanas.


O mundo encantado Disney está perto de ti,
 na sala infantil/juvenil da Biblioteca Municipal.


Ilustração de Isidre Monés



domingo, 2 de dezembro de 2012

NEWSLETTER dezembro


Clica na imagem e fica a conhecer as atividades que temos programadas para ti, 
durante o próximo mês de dezembro,
na Biblioteca Municipal .




ESPERAMOS POR TI!



sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Hora do conto com lotação esgotada

“Ler histórias para crianças é poder sorrir, rir, gargalhar com as situações vividas pelas personagens, é suscitar o imaginário, é ter curiosidade…”                Regina Gregório

Foi o que aconteceu esta semana na Biblioteca Municipal, com a visita dos meninos e meninas dos jardins de infância da Boavista, Trutas e Pedrulheira.

 
140 Crianças, 140 sorrisos, 140 risos, 140 gargalhadas!



Muita agitação e curiosidade na realização do peddy paper, que foi decorrendo pelos vários espaços da Biblioteca, para descobrir as personagens do livro.



Mais uma vez o livro do mês de novembro "Uma vaca de estimação", que conta a história do velho e extravagante professor que quer um animal de estimação, mas que não pode ser um cão porque pode ladrar durante a noite e acordá-lo, não pode ser um gato porque o pode arranhar, não pode ser um rato porque lhe pode roer os livros e que então se decide por uma vaca, fez muito sucesso entre estes pequenos leitores que nos visitaram. Sim, porque algumas destas crianças já são leitoras da Biblioteca Municipal, que na companhia dos pais e avós costumam vir requisitar livros.


Esta atividade da hora do conto destinada ao pré escolar e 1º ciclo do ensino básico, planeada pelos funcionários da Biblioteca, pretende incentivar e desenvolver nas crianças o gosto pela leitura, mas também a imaginação, a criatividade, o raciocínio, a concentração e atenção e o vocabulário.
Esperamos continuar a receber a visita destas crianças, pois é sempre gratificante ver o entusiasmo e  atenção com que ouvem a história.

Até à próxima história!

Até breve!


Ilustração de Fiep Westendorp


quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Autora de livros para crianças e jovens

Violeta Figueiredo nasceu em 1947 na Figueira da Foz.

Licenciada em Filologia Românica, foi professora do ensino secundário.

Fez investigação no domínio da literatura, escrevendo vários artigos sobre o século XVIII na revista “História”.

Em 1979 começa a publicar literatura para crianças e jovens, começando com textos curtos e simples passando mais tarde para as novelas com muita aventura e mistério.

 
.














A natureza é outra presença comum nos seus livros, assim como o humor que explora de forma muito acessível para o público infantil.
Foi guionista das séries de televisão “Rua Sésamo” e “Terra Instável”.


Um dos seus livros mais conhecidos "Fala bicho" foi editado no Japão.

 Vê e ouve aqui esta história, que também se encontra disponível para ti, na sala dos mais pequenos da Biblioteca Municipal.



Em 1990 ganhou o Prémio Verbo/Semanário no género literatura para a infância.
Em 1991 ganhou o Prémio Inapa/Centro Nacional de Cultura.

Algumas das suas obras constam do Plano Nacional de Leitura.
É muito solicitada para visitar as escolas, nomeadamente do ensino básico.


"Poupa"

"Papou a poupa pipoca
do milho da maçaroca.
Tanta pipoca papou
que o milho quase acabou
e agora a pipoca é pouca.
- Ó poupa, poupa pipoca!
- Está bem, amanhã eu poupo.
Mas muito não, poupo pouco."



Violeta Figueiredo,
poema do livro "O gato do pêlo em pé"


Faz como a poupa, não poupes ... na leitura.

Visita-nos.



terça-feira, 27 de novembro de 2012

Apostamos que és um génio a andar de bicicleta

Consegues imaginar-te nesta maquineta, a empurrá-la com os pés porque ela não possui movimento de direção, nem pedais e tem a roda dianteira fixa?

Pois era assim o Celerífero, considerado o antepassado mais antigo da bicicleta moderna.
Inventado em 1790 pelo conde francês Sivrac, consistia num corpo de madeira muito simples apoiado sobre duas rodas, também de madeira.

Mais tarde em 1816 aparece a Draisiana, uma adaptação mais evoluída do Celerífero, já com direção, criada pelo barão alemão Karl Friederich Von Drais, com a qual faz em 1918, o trajeto entre Beaum e Dijon na França, com velocidade média de 15 quilómetros por hora, que foi considerado o primeiro recorde ciclístico.



Von Drais lança em 1819, a draisiana para mulheres, curvada para que não tivessem problemas com as longas e fartas saias.
Em 1820 foi criada a draisiana infantil, que é considerada a primeira bicicleta infantil do mundo.

Ilustração de Emily McPhie

 Em 1839, o escocês Kirkpatrick Mac Millan criou pedais que, ligados por barras de ferro ao eixo da roda traseira, movimentavam o velocípede.

Mais tarde o francês Ernest Michaux inventou o primeiro pedal com a ajuda do seu filho, Pierre Michaux, de apenas 14 anos de idade. Esse pedal foi aplicado primeiro num velocípede de duas rodas traseiras e uma dianteira, cujo inconveniente era o seu excessivo peso de 45 quilos.

Em 1887 na Irlanda, James Boyd Dunlop, inventa o pneu que vem trazer aos novos veículos um maior conforto e resistência e quatro anos mais tarde os irmãos franceses Edouard e André Michelin lançam o pneu desmontável.
Depois deste acontecimento sucessivas modificações técnicas foram introduzidas na bicicleta, tais como as mudanças e a roda livre, desta forma e até os nossos dias, a bicicleta tem vindo a ser aperfeiçoada.


"A minha bicicleta
só tem dois pedais
mas se monto nela
não tem dois, tem mais!

A minha bicicleta
também tem selim
mas eu nem me sento
gosto mais assim:

Pedalo em pé
dá mais rapidez
a minha bicicleta
é o que tu vês."

Fernando Miguel Bernardes,
excerto do poema "A minha bicicleta"

 
Ficaste com vontade de dar um passeio de bicicleta?
Então vem até à Biblioteca Municipal, na sala infantil/juvenil encontras muitos livros que te falam desta invenção fantástica e de outras que tornaram a nossa vida mais cómoda e agradável.


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