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segunda-feira, 3 de novembro de 2014
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
ANTÓNIO JORGE GONÇALVES
Ilustrador,
autor de banda
desenhada, caricaturista, cenógrafo, designer gráfico e professor, nasceu em
Lisboa a 19 de outubro de 1964.
Vencedor do Prémio Nacional de
Ilustração 2013, atribuído anualmente pela Direção-Geral do Livro, dos
Arquivos e das Bibliotecas, a um ilustrador pelo conjunto de trabalhos
originais publicados numa obra para crianças e jovens, editada entre 1 de
janeiro e 31 de dezembro do ano anterior ao concurso.
O livro que distinguiu António
Jorge Gonçalves, tem texto do escritor angolano Ondjaki e chama-se
“Uma
escuridão bonita”.
Licenciou-se em Design de
Comunicação, na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa e fez o mestrado em
“Theatre Design” na Slade School of Fine Arts de Londres, como bolseiro da Fundação
Calouste Gulbenkian.
O seu trabalho multifacetado divide-se
entre a banda desenhada, a ilustração editorial, o desenho digital ao vivo, assim como o
cartoon político, bem visível no suplemento semanal Inimigo Público do jornal
Público, pelo qual já foi premiado no World Press Cartoon.
Tem trabalhos publicados e
expostos em Portugal, na Austrália, Coreia do Sul, Espanha, França, Bélgica e
Itália.
“Ainda não descobri melhor forma de viajar dentro da cabeça de outra pessoa do que lendo um livro.”
A. J. G.
Tem trabalhado também nas áreas
do teatro e da música colaborando com músicos, atores e bailarinos, não só em
Portugal, como em França, Alemanha, Japão e Estados Unidos da América.
Escreveu e realizou o filme/espetáculo Lisboa quem és tu? para ser projetado nas muralhas do Castelo de S. Jorge, em Lisboa.
Criou o projeto Subway Life, em que desenha pessoas sentadas em carruagens do metro em várias cidades do mundo. No passado mês de março, inaugurou, no Metro de Lisboa, a exposição "Desenhos de cordel", com ilustrações que concebeu para livros de diferentes autores.
Escreveu e realizou o filme/espetáculo Lisboa quem és tu? para ser projetado nas muralhas do Castelo de S. Jorge, em Lisboa.
Criou o projeto Subway Life, em que desenha pessoas sentadas em carruagens do metro em várias cidades do mundo. No passado mês de março, inaugurou, no Metro de Lisboa, a exposição "Desenhos de cordel", com ilustrações que concebeu para livros de diferentes autores.
Vem descobrir o trabalho de António Jorge Gonçalves, na sala infantil/juvenil da Biblioteca Municipal.
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
INVENÇÕES ADOLESCENTES
De certeza que já ouviste esta
expressão aos teus pais, professores ou amigos,
em resposta a algo que tenhas dito ou feito.
em resposta a algo que tenhas dito ou feito.
Provavelmente porque acharam um
grande disparate, mas … houve grandes invenções realizadas por jovens como tu
que revolucionaram o mundo.
Ainda adolescente o holandês
Antoine van Leeuwenhoek, nascido em 1632, utilizando vidro moído, inventou o
que se tornaria na primeira lente de microscópio modificando as características
técnicas de uma lupa.
Louis Braille inventou o
alfabeto Braille aos 15 anos. Cego aos três anos, este rapaz prodígio, nascido
em França em 1809, não permitiu que a perda de visão o impedisse de alcançar os
seus sonhos ou de criar uma das mais famosas invenções de todos os tempos, um
sistema de leitura e escrita para pessoas cegas.
Nascido em 1814, o norte-americano
Samuel Colt inventou o revólver aos 16 anos. Interessado por mecânica e depois
de ser expulso da Academia onde estudava, foi trabalhar para um navio e aí ao observar
o funcionamento do movimento do navio teve a brilhante ideia de
anexar à arma de fogo um tambor que, após efetuar um disparo, girava e
recarregava a arma, deixando-a pronta para um novo tiro.
O talento precoce de Blaise Pascal para a física e a matemática levam-no a mudar-se de Clermont-Ferrand
onde nasceu em 1623, para Paris, consagrando-se aí ao estudo dessas ciências.
Com 14 anos as suas experiências
sobre sons deram origem a um pequeno tratado e quatro anos mais tarde, Pascal
constrói a primeira calculadora mecânica, que apenas tinha a capacidade de
somar e subtrair, a que chamou Pascaline.
Para saberes mais acerca destas e
de outras invenções, basta vires à Sala Infantil/Juvenil da Biblioteca
Municipal e consultares os livros que temos sobre este assunto.
Não inventes desculpas para não vires à Biblioteca.
![]() |
| Ilustração Alejandro O´Keefe |
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
terça-feira, 7 de outubro de 2014
DIA NACIONAL DOS CASTELOS
![]() |
| Caricatura de D. Afonso Henriques por Miguel Salazar |
Comemorado a 7 de outubro, o Dia
Nacional dos Castelos foi instituído em 1984 com o objetivo de promover
atividades ao longo do país relativamente aos castelos, fortes e outros tipos
de fortificações.
Certamente que já viste ou visitaste
algum dos belos castelos medievais que se encontram de norte a sul de Portugal,
que são recordações do nosso passado e parte importante da nossa história, que
contam extraordinárias aventuras desde os tempos de D. Afonso Henriques e das
lutas contra os invasores, ajudando a definir a identidade portuguesa e
retratando a sociedade da época.
Se hoje em dia muitos castelos
são simples ruínas, imagina-os majestosos há umas centenas de anos atrás,
quando eram novos, com bandeiras coloridas hasteadas nas torres e soldados de
armaduras resplandecentes a patrulhar as muralhas. Inicialmente foram
construídos em madeira, vindo a ser substituídos por estruturas de pedra.
Erguidos em sítios altos, dominavam e vigiavam a região. O governante local ou o rei
viviam lá e os habitantes das aldeias em redor refugiavam-se ali em caso de
perigo.
“Um dia, o país da nossa história
acordou de boca aberta. Então não é que, mesmo no meio da avenida principal,
estava um castelo todo feito de nuvens? O castelo não estava no chão, erguia-se
no ar, quase ao alcance da mão, mas suspenso no céu. Em vez de ponte levadiça
(que é aquela coisa por onde, nas outras histórias, passam os cavaleiros todos
vestidos de ferro) o nosso castelo tinha uma enorme escadaria, que parecia
feita de algodão. Em vez de ameias (que é aquele sítio onde os guerreiros se
escondiam a atirar setas) o nosso castelo tinha janelas, mas sem vidros, todas
feitas com o azul do céu. E o castelo não tinha telhado.
Para vocês compreenderem melhor
onde isto aconteceu, vou dizer-vos como era o país da nossa história: era um
país muito pequenino, muito bonito, onde as pessoas andavam sempre muito
ocupadas a terem juízo. Os homens e as mulheres eram muito trabalhadores, nunca
faziam asneiras e as crianças a mesma coisa. Iam para a escola muito
direitinhas, sempre pelo passeio, fartavam-se de estudar e tinham boas notas.
Não viam televisão e por aí fora …
Para ser franco, tenho de dizer
que era um país que nem parecia de verdade. Era assim a modos que uma coisa
inventada por um senhor, daqueles que escrevem coisas e a gente chama
escritores.”
Excerto do conto Um castelo nas nuvens,
in Uma mão cheia de histórias,
de Mário Contumélias
APROVEITA E VISITA OS CASTELOS DA NOSSA REGIÃO
BOA SEMANA
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
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